sexta-feira, 25 de maio de 2012

Corrigindo a NHT

Houve um erro, que fez a postagem sobre a NHT sair incompleta…  Mas, já corrigi.  Confira lá, então, de novo!!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

NHT, um adeus?!

Hoje, soube que a NHT foi vendida e que, possivelmente, mudará de nome.  Uma pena…

A NHT Linhas Aéreas é uma simpática companhia aérea regional gaúcha, que costuma fazer a maioria de seus vôos pelo Sul do Brasil.

Já tive duas oportunidades de conhecê-la, em 2008.  Só nunca fiz nenhuma postagem sobre isso, pois não pude guardar maiores informações sobre os dois vôos; além disso, não deu para tirar fotos mais detalhadas do avião (aliás, se quiser saber mais sobre o interior desse tipo de avião, veja a minha postagem sobre a TEAM).

Meu intuito era, um dia, voar novamente com a NHT e, assim, fazer um relato nos meus moldes habituais.  Mas, acho difícil isso, num curto prazo…

Então, fiz a postagem assim mesmo, bem diferente do meu habitual, para não correr o risco de não ter algo sobre a NHT, no meu blog, antes da possível mudança de nome dessa companhia aérea.  Não está como eu gostaria, mas acho que vale a pena.

NHT, em 06 e 08/08/2008

06/08/2008
Origem: Florianópolis, SC, Brasil (FLN)
Destino: Criciúma – Forquilhinha, SC, Brasil (CCM)
Aeronave: LET L 410 UVP-E20

08/08/2008
Origem: Criciúma – Forquilhinha, SC, Brasil (CCM)
Destino: Florianópolis, SC, Brasil (FLN)
Aeronave: LET L 410 UVP-E20

AVALIAÇÃO
Volto já
Uma experiência insquecível, pois foi minha primeira vez, voando nesse tipo de avião.

Antes de embarcar nesses dois vôos, recebemos um copinho de água mineral, na porta do avião.

Como em toda companhia aérea pequena, o rapaz que fez o check-in, também auxiliou o táxi da aeronave, mexendo os braços lá na pista, cuidou do encaminhamento da bagagem, acompanhou-nos até o embarque na aeronave e ainda fez outras coisas mais (ou seja, um verdadeiro “faz tudo”).

Sem comissários e com o piloto e o copiloto, voamos tranqüilos, apesar dos ruídos típicos desse tipo de avião, com destaque ao momento da aterrissagem, em Florianópolis, em que a janela, ao lado do piloto, abriu sozinha, fazendo esvoaçar os cabelos de uma moça ao meu lado.

Aliás, um tanto diferente a experiência de voar sem comissários.  Depois que embarcamos, o piloto se dirigiu até nós, para se apresentar (além de apresentar o copiloto, também), informar os detalhes do vôo e dizer que, se precisássemos de algo, era só falar com ele ou com o copiloto na cabine...

Gostei da experiência, gostei da NHT.

Aliás, graças a um atraso de mais de 3 horas no embarque em Criciúma, devido a um problema na aeronave da NHT, perdi a conexão com a TAM, em Florianópolis, que me levaria direto ao Rio de Janeiro.  Mas, o que era para ser chato (e, de fato, foi), tornou-se uma alegria, pois, devido à conexão do novo vôo para o Rio de Janeiro, pude conhecer o aeroporto de Guarulhos (ainda não tinha estado lá).  Pela primeira vez, vi várias companhias áereas nacionais e internacionais, reunidas nesse aeroporto.  Um verdadeiro impacto que me fez prometer, para mim mesmo, que eu faria sempre o possível para voar cada vez mais e, assim, conhecer o mundo.

O AVIÃO

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DESTAQUE PARA A JANELA DE EMERGÊNCIA
Obs.: Se alguém esbarrar com o braço, a janela vai abrir?!

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OLHA O COPILOTO ALI!
Obs.: Voar nesse tipo de avião, dá para ver o que acontece na cabine de comando.

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domingo, 20 de maio de 2012

Tinha tudo para ser ótimo, mas não foi.

Hoje você saberá como é voar de TAM, quando comissários irresponsáveis estão trabalhando por você.

A propósito: aquela propaganda da TAM, com um senhor dizendo que gosta de viajar com essa companhia, por causa da comida e das comissárias bonitas, é de puro mau gosto.  Nem todo vôo tem sanduíche ou algo que possamos qualificar como comida, a ponto de ficarmos saciados.  E dizer que o bom da TAM é ter comissárias bonitas, creio que é menosprezar e desqualificar, totalmente, a profissão dos comissários de bordo, tornando-os simples objetos de desejo.

TAM, em 19/04/2012 (outro vôo nesse dia)

Origem: São Paulo – Congonhas, SP, Brasil (CGH)
Destino: Rio de Janeiro – Santos Dumont, RJ, Brasil (SDU)
Vôo: JJ 3956 – 19:59h
Duração: 1 hora e 4 min
Aeronave: Airbus A319

AVALIAÇÃO
Smiley mostrando os dentes
Finda uma agradável tarde em São Paulo, ao lado de uma simpática e querida seguidora do meu blog, voltei para o Rio de Janeiro, também com a TAM e, mais uma vez, num vôo totalmente grátis, já que foi todo adquirido com pontos.

Pelo horário, serviriam o Festival de Sanduíches do Brasil, estando eu ansiosíssimo para ver “qual era”.  Muito embora uma baguete australiana tivesse sido adotada para compor o sanduíche “brasileiro”, gostei do Festival propriamente dito.  Tudo o que é feito para sair da rotina, acho válido.  Então, para fugir daqueles já “batidos” sanduíches quentes da TAM, cheios de requeijão, achei que essa iniciativa valeu a pena.

Mas, tudo muito bem, se eu não tivesse comido tudo correndo"...  Se, no vôo anterior, havia morosas comissárias, conforme relatei na minha última postagem, dois comissários, desse vôo, extrapolaram o limite do bom senso.  A começar pelo tempo que levaram para fazer o serviço de bordo, pois o lanche demorou “horas” para chegar até mim.  E quando chegou, a comissária ainda deixou cair uma pedra de gelo no meu colo!  Eu poderia até relevar isso, mas é impossível, já que o outro comissário, que era o chefe de cabine, deixou cair, em cima de mim, respingos d’água das garrafas geladas!

Aliás, esse chefe de cabine parecia até estar fazendo tudo de propósito.  A lerdeza com que ele servia as pessoas era de irritar qualquer um.  Quando o comandante iniciou a descida, o serviço de bordo ainda não tinha passado na fileira 10, que era onde eu estava!  Resultado: quando finalmente recebi meu lanche, o chefe de cabine passou, logo em seguida, "correndo" e recolhendo o lixo.  E para piorar, assim que eu recebi o lanche, o comandante pediu que a tripulação se preparasse para o pouso.  Aí, então, esse comissário passou novamente com o carrinho do lixo, pedindo que as pessoas fechassem as mesas (várias ainda estava comendo, porque, obviamente, demoraram a receber o lanche) e não se mostrou muito preocupado em verificar se cintos estavam afivelados etc.  Algumas pessoas tiveram que “engolir” o sanduíche, outras jogaram o resto no lixo e outras ficaram equilibrando o lanche nas mãos, para a aterrissagem.  Foi muito desconfortável comer dessa forma.  Cheguei até a mandar uma mensagem para o “Fale com o Presidente” da TAM, relatando o ocorrido, mas a resposta foi evasiva, como sempre (responderam que o alerta era válido para que se empenhassem em manter um serviço de qualidade).

Se não fosse por isso, eu diria que o vôo tinha sido ótimo.  Mas, não foi.

O AVIÃO

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BALAS DE BOAS-VINDAS

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O SERVIÇO DE BORDO
Obs.: Baguete australiana, lombo canadense, queijo prato e molho mostarda.

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Hora do lanche. Mas, às 11:16h?!

A nova postagem será sobre um patético vôo da TAM, na Ponte Aérea Rio-São Paulo, realizado no mês passado.

TAM, em 19/04/2012

Origem: Rio de Janeiro – Santos Dumont, RJ, Brasil (SDU)
Destino: São Paulo – Congonhas, SP, Brasl (CGH)
Vôo: JJ 3921 – 11:16h
Duração: 1 hora e 8 min
Aeronave: Airbus A319

AVALIAÇÃO
Smiley decepcionado
Esse foi meu primeiro vôo, após um longo tempo em solo carioca, devido a uma nova fase da minha vida, que iniciou no ano passado.  Para quem costumava voar freqüentemente, à trabalho ou à passeio, foi uma emoção e tanta pisar novamente num avião...

Partí, rumo à São Paulo, aproveitando pontos da TAM que estavam por expirar (ou seja, viajei de graça.  upa.).  Sem poder gastar muito, a viagem foi no estilo “bate e volta”, ou seja, fui e voltei no mesmo dia.

À bordo, nada de excepcional, como geralmente ocorre em qualquer vôo da TAM.

Para minha surpresa, recebemos as tradicionais balinhas de boas-vindas (eu tinha lido, há um tempo atrás, que a TAM tinha acabado com isso, para reduzir custos).

Como decolamos às 11:16h e o serviço de bordo seria feito em torno das 11:30h, achei que iríamos receber um sanduíche ou, quiçá, um pequeno almoço (morrerei sempre otimista).  Porém, o que recebemos foi um pequenino lanche, que me pareceu ser sobras do café-da-manhã, muito embora na embalagem estivesse escrito “Hora do Lanche”.  Não colou…  Achei péssimo comer polenguinho e biscoitos salgado e doce, perto do almoço.

Duas morosas comissárias fizeram o serviço de bordo para os passageiros da primeira metade do avião, onde eu estava sentado.  Por pouco, achei que o piloto fosse iniciar os procedimentos de descida, sem eu ter ganho o meu lanche...

Enfim, fora isso, o vôo transcorreu bem, sem nada de excepcional.

O AVIÃO

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O SAQUINHO DE ENJÔO

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O ENTRETENIMENTO DE BORDO

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VIVA O MARKETING À BORDO

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AS TRADICIONAIS BALINHAS DE BOAS-VINDAS

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O PATÉTICO SERVIÇO DE BORDO

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